Imortalize o falecido com um anel de diamante humano

O luto é uma reação natural à perda de um ente querido. Se trata de um processo muito pessoal e particular de cada indivíduo e, portanto, não existe jeito certo ou errado de viver o luto.

Em parte, lidar com esse tipo de luto consiste na aceitação gradual da nova normalidade com a ajuda de opções criativas que mantêm viva a memória da pessoa falecida. Estes tributos pessoais fornecem uma conexão emocional com um pessoa falecida amada até mesmo após a morte.

Uma das formas mais populares de honrar um ente amado falecido hoje no Brasil, é o processo de criar diamantes humanos a partir de cinzas.

Ideias únicas para honrar uma pessoa querida que veio a falecer

Nossos amigos e familiares mais próximos são como um reflexo de nós mesmos, moldando e motivando a nossa existência. Quando perdemos alguém que amamos, é como se tivéssemos perdido uma parte de nós mesmos, e a melhor forma de tratar desta ferida é honrando e cultivando a memória desse pessoa em nossas vidas.

É por este motivo que às vezes os rituais de praxe não são o suficiente. Precisamos encontrar maneiras pessoais que nos ajudem a processar a perda e aceitar a nova realidade. Algumas boas ideias são:

  • Guardar um objeto significativo da pessoa do falecido com você, como uma joia, uma foto, um óculos ou qualquer coisa que a pessoa costumava usar com frequência.
  • Finalizar projetos inacabados que eram importantes para aquela pessoa em vida, como algum livro que a pessoa estava escrevendo, uma música que estava compondo ou um simples móvel em casa que a pessoa estava fazendo ou reformando.
  • Fazer uma cerimônia de celebração em sua memória da vida do falecido, ou uma cerimônia religiosa segundo a crenças da pessoa.
  • Marcar um lugar em sua homenagem: Por exemplo, patrocinando um banco ou um ladrilho em particular de um de seus lugares favoritos, ou plantar uma árvore em sua memória.
  • Usar um site de memoriais online para criar um tributo multimídia em honra à pessoa falecida. Estes sites dão suporte ao upload de fotos e documentos que podem contar a história da pessoa que se foi.
  • Faça uma tatuagem com seu nome, data de nascimento e morte, ou com uma imagem ou um símbolo que signifiquem algo para você e a pessoa falecida.
  • Enquadre algo que a pessoa escreveu, como um poema ou uma carta, por exemplo.
  • Escolha uma causa com a qual a pessoa falecida se importava e faça um evento para ele. Esse pode se tornar um evento anual em memória da pessoa falecida com o fim de arrecadar fundos para sua causa.
  • Crie um diamante humano a partir das cinzas ou cabelos da pessoa falecida

O que são diamantes humanos?

Apesar os primeiros diamantes fabricados em laboratório aparecendo ao longo dos anos 50, os diamantes humanos começaram a aparecer no mercado no início dos anos 2000.

Um diamante humano é um diamante criado a partir do carbono extraído de cinzas cremadas, cabelos ou uma combinação de cinzas e cabelos. Os cientistas criam diamantes humanos em laboratórios usando tecnologia que replica o processo natural de formação de diamantes; deposição de vapor químico (CVD) e altas pressão temperatura (HPHT). Os diamantes humanos também são conhecidos como diamantes de cremação ou diamantes memoriais.

Os diamantes humanos são classificados como diamantes reais, porque possuem as mesmas propriedades ópticas, químicas e físicas que os diamantes naturais.

Para provar que um diamante humano é feito a partir dos restos mortais de seu querido, a maioria das empresas que prestam esse serviço concede a seus clientes um certificado de metodologia que inclui um exame técnico da fonte diamante. Este relatório contém provas científicas baseadas na densidade química e nos átomos de carbono do diamante humano. Os relatórios podem ser verificados por institutos independentes de controle de qualidade.

O processo de produção dos diamantes humanos

É realmente fascinante pensar que as cinzas de uma pessoa possam se tornar um gema tão lindo, precioso e significativo como um diamante. Você deve estar se perguntando como isso pode acontecer, já que os diamantes demoram milhões de anos para se formarem.

O processo pelo qual os diamantes humanos são formados em laboratório é o seguinte:

Etapa 1: Os cabelos ou as cinzas são analisados ​​para determinar se contêm carbono suficiente para serem transformados em diamante humano. São necessários cerca de 200 g de cinzas ou 10 g de cabelo para isso. O teor de carbono das cinzas difere em cada caso, portanto, o total de carbono contido pode ou não ser suficiente para o processo de criação do diamante. Nesse caso, se usa uma fonte de carbono combinada.

Etapa 2: As cinzas são então colocadas em um recipiente específico para isso, sendo aquecido a mais de 5000F para garantir que todos os elementos, exceto o carbono, oxidem.

Etapa 3: As impurezas são removidas e reduzidas para 1/500 do conteúdo original da impureza, resultando em uma pureza 4N (99,99%). Cada detalhe é importante ao transformar cinzas em diamantes humanos. Este processo garante a maior precisão, qualidade e estabilidade possíveis.

Etapa 4: A temperatura é aumentada ainda mais para que o carbono se transforme em grafite. Com um catalisador de metal e um cristal de diamante, o grafite é colocado no núcleo. O núcleo entra em uma prensa de diamante capaz de criar tensão extrema. Quando a prensa começa a funcionar, a pressão é alterada para cerca de 800.000 libras / polegadas quadradas.

Etapa 5: Durante a última parte, quando a prensa está funcionando, a temperatura na sala permanece em torno de 2500F, para que os diamantes humanos se tornem sólidos. Esse processo de purificação leva aproximadamente 5.000 minutos para cada diamante humano encomendado.

Todo o processo de transformação de cinzas ou cabelos em diamantes humanos leva aproximadamente de 3 a 9 meses, dependendo do tamanho, corte e cor da gema encomendada.

É fácil entender por que a demanda pelos diamantes humanos tem subido tanto ultimamente. Materializar o amor e as memórias da pessoa amada que faleceu com uma pedra preciosa eterna pode criar uma significação enorme para a superação do luto. Este tipo de memorial permite que a pessoa que sofre o luto faça parte da transição do falecido.

 

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